Depois de um recesso por questões operacionais, o panfleto político-cultural
Sopro está de volta. E com força total. No número 17 (
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Mickey Mouse de Walter Benjamin, inédito em português, em tradução de Pádua Fernandes (Twitter:
@paduafernandes); um atualíssimo manifesto argentino -
Uma arte dos meios de comunicação - escrito na década de 60 por Eduardo Costa, Raúl Escari, Roberto Jacoby (e traduzido por
Flávia Cera); outro documento da seção
Arquivo, o
Bilhete sobre Fantasia, de Oswald de Andrade, em que o antropófago, partindo também dos filmes de Mickey Mouse, desce a lenha no pessoal da revista Clima; o belíssimo (e muito denso) fragmento de Fábio Akcelrud Durão, Sobre a lei fundamental do desenho animado, publicado originalmente em Rio-Durham-Berlim: Um diário de idéias (livro sobre o qual Idelber Avelar baseou-se para este memorável post) e gentilmente cedido pelo autor para republicação no Sopro; e, pra completar, o verbete Cadeiras, de Victor da Rosa.
Como disse, a intenção é voltar com força total. Há muita coisa boa por vir. A começar pelo próximo número, que trará
Poesia e verdade na vida do notário, do jurista e escritor italiano Salvatore Satta (em tradução de
Diego Cervelin). Além disso, teremos em breve um aperitivo de
Versão Brasileira, livro de
João Villaverde e Filippo Cecilio;
Literaturas pós-autônomas, de Josefina Ludmer; o verbete
Arte absoluta e política absoluta, de Carl Einstein; uma resenha de
99 Poemas (de Joan Brossa); os verbetes
Perspectivismo, de Ana Carolina Cernicchiaro, e
Devir-animal, ou "cinismo", de
Murilo Duarte Costa Corrêa, que agora também é blogueiro, etc.
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