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Sopro 25

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O Sopro 25 está no ar, com "Mensagem no Di Tella", panfleto escrito por Roberto Jacoby e distribuído no Experiências 68, no Instituto Di Tella em Buenos Aires, 1968 - a tradução foi feita por Flávia Cera; e "Um requiém para a escrita?", resenha de A escrita, de Vilém Flusser, feita por mim. Disponível em três formatos: HTML | PDF | Flash

Sopro 24 (e 23)

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O último número do Sopro está no ar, com "A resistência passiva no altiplano", texto de Flávio de Carvalho escrito em 1947. 

No número anterior (23), publicamos Caráter, verbete de Emanuele Coccia; uma resenha, escrita por Flávia Cera, de A vida sensível, escrito pelo mesmo filósofo italiano e publicado pela editora Cultura e Barbárie; e uma teses minhas sobre a política, que já haviam aparecido aqui no blogue.


Finalmente, depois de muitos anos, um projeto antigo, que vem desde os tempos de graduação, quando conheci Rodrigo Lopes de Barros Oliveira, Leonardo D'Ávila, Diego Cervelin e, last but not least, Flávia Cera, sai do papel: a Editora Cultura e Barbárie. Nossos dois primeiros títulos - A tela do cinema como prótese de percepção, de Susan Buck-Morss, e A vida sensível, de Emanuele Coccia - já estão a venda no site (e haverá o lançamento de A vida sensível quinta-feira, às 18 horas, aqui em Florianópolis, no Auditório da Reitoria da UFSC, com a presença do autor). Os dois títulos integram a nossa primeira coleção, PARRHESIA, dedicada a ensaios de pensadores contemporâneos. 


SOPRO 22

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O novo número do SOPRO está no ar, com texto Rodrigo Lopes de Barros Oliveira sobre o Haiti (Vodu, Paraíso e Destruição) e dois verbetes: Perspectivismos, de Ana Carolina Cernicchiaro, e Devir-animal (ou cinismo), de Murilo Duarte Costa Corrêa. Lembro que, além da visualização em HTML, o SOPRO está disponível também em PDF e em FLASH, formatos que preservam a diagramação original.

Como eu esqueci de fazer o jabá do número anterior, aqui vai: o SOPRO 21 apresenta Ideologia jornalística e poder, artigo de Hugo Albuquerque, e uma resenha minha de The enemy of all, excelente livro de Daniel Heller-Roazen sobre o conceito de pirataria.   PDF  |  FLASH


Sopro 20

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O Sopro 20 está no ar, com Literaturas pós-autônomas, de Josefina Ludmer, traduzido por Flávia Cera (o original está disponível aqui) e resenha, feita por Pádua Fernandes, de 99 Poemas, antologia de Joan Brossa (a seleção e organização foi feita por Ronald Polito, que também é o responsável pela tradução, e Victor da Rosa). Como sempre, é possível visualizar o número em PDF ou FLASH, formatos em que o panfleto fica muito mais bonito.



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Está no ar o SOPRO 19, o primeiro de 2010, com um fragmento do livro Versão Brasileira, de João Villaverde e Filippo Cecilio. O panfleto está com diagramação nova, que pode ser conferida na versão em PDF ou em FLASH. Além disso, o site está inteiramente reformulado, com muitos dos textos (as resenhas, os verbetes e os da seção Arquivo) disponíveis em formato HTML, um pedido antigo de alguns leitores. Começando com este número, as novas edições também contarão com uma versão integral neste formato. O novo site é melhor visualizado utilizando o Chrome como navegador, ainda que no Internet Explorer também fique bom - infelizmente, no Firefox, o menu inferior em Flash com os números antigos fica com uma aparência horrenda, que espero corrigir em breve. 


Pra fechar 2009...

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... já pensando em 2010, recomendo a leitura deste ótimo texto de André Singer, "Raízes sociais e ideológicas do lulismo", publicado na edição deste mês da Novos Estudos CEBRAP. É a melhor análise sobre o "sentido" (em todas as acepções do termo) do governo Lula.

Sopro 18

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Está no ar o último número do ano do Sopro, que vem com o belíssimo texto "Poesia e verdade na vida do notário" (original em italiano aqui), de Salvatore Satta, um dos maiores juristas italianos do século XX, autor do emblemático livro O mistério do processo. A tradução é de Diego Cervelin

P.S.: Vale a pena ler este post do Inagaki.


Sopro 17

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Depois de um recesso por questões operacionais, o panfleto político-cultural Sopro está de volta. E com força total. No número 17 (link para a versão em Flash; link para a versão em PDF), uma enxurrada de coisa boa relacionada aos meios de comunicação de massa: o verbete Mickey Mouse de Walter Benjamin, inédito em português, em tradução de Pádua Fernandes (Twitter: @paduafernandes); um atualíssimo manifesto argentino - Uma arte dos meios de comunicação - escrito na década de 60 por Eduardo Costa, Raúl Escari, Roberto Jacoby (e traduzido por Flávia Cera); outro documento da seção Arquivo, o Bilhete sobre Fantasia, de Oswald de Andrade, em que o antropófago, partindo também dos filmes de Mickey Mouse, desce a lenha no pessoal da revista Clima; o belíssimo (e muito denso) fragmento de Fábio Akcelrud Durão, Sobre a lei fundamental do desenho animado, publicado originalmente em Rio-Durham-Berlim: Um diário de idéias (livro sobre o qual Idelber Avelar baseou-se para este memorável post) e gentilmente cedido pelo autor para republicação no Sopro; e, pra completar, o verbete Cadeiras, de Victor da Rosa.

Como disse, a intenção é voltar com força total. Há muita coisa boa por vir. A começar pelo próximo número, que trará Poesia e verdade na vida do notário, do jurista e escritor italiano Salvatore Satta (em tradução de Diego Cervelin). Além disso, teremos em breve um aperitivo de Versão Brasileira, livro de João Villaverde e Filippo Cecilio; Literaturas pós-autônomas, de Josefina Ludmer; o verbete Arte absoluta e política absoluta, de Carl Einstein; uma resenha de 99 Poemas (de Joan Brossa); os verbetes Perspectivismo, de Ana Carolina Cernicchiaro, e Devir-animal, ou "cinismo", de Murilo Duarte Costa Corrêa, que agora também é blogueiro, etc.


Dois textos meus

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1) Modernismo obnubilado: Araripe Jr. precursor da Antropofagia
Trabalho que apresentei no VIII Seminário Internacional de História da Literatura, em 2008, na PUC de Porto Alegre.

2) O que as datilógrafas liam enquanto seus escrivães escreviam: a História da Filha do Rei, de Oswald de Andrade
Trabalho que apresentei no XIII Ciclo de Literatura - Seminário Internacional As Letras em tempos de Pós, em Dourados, esse ano.


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"Direito de ser traduzido, reproduzido e deformado
em todas as línguas"

Alexandre Nodari

é doutorando em Teoria Literária (no CPGL/UFSC), sob a orientação de Raúl Antelo; bolsista do CNPq. Desenvolve pesquisa sobre o conceito de censura.
Editor do
SOPRO.

Currículo Lattes







Alguns textos

"a posse contra a propriedade" (dissertação de mestrado)

O pensamento do fim
(Em: O comum e a experiência da linguagem)

O perjúrio absoluto
(Sobre a universalidade da Antropofagia)

"o Brasil é um grilo de seis milhões de quilômetros talhado em Tordesilhas":
notas sobre o Direito Antropofágico

A censura já não precisa mais de si mesma:
entrevista ao jornal literário urtiga!

Grilar o improfanável:
o estado de exceção e a poética antropofágica

"Modernismo obnubilado:
Araripe Jr. precursor da Antropofagia

O que as datilógrafas liam enquanto seus escrivães escreviam
a História da Filha do Rei, de Oswald de Andrade

Um antropófago em Hollywood:
Oswald espectador de Valentino

Bartleby e a paixão da apatia

O que é um bandido?
(Sobre o plebiscito do desarmamento)

A alegria da decepção
(Resenha de A prova dos nove)

...nada é acidental
(Resenha de quando todos os acidentes acontecem)

Entrevista com Raúl Antelo


Work-in-progress

O que é o terror?

A invenção do inimigo:
terrorismo e democracia

Censura, um paradigma

Perjúrio: o seqüestro dos significantes na teoria da ação comunicativa

Para além dos direitos autorais

Arte, política e censura

Censura, arte e política

Catão e Platão:
poetas, filósofos, censores






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