Propaganda de mim mesma

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O Sopro, pra quem ainda não conhece, é um folheto político-cultural que edito com Alexandre Nodari. Ele é quinzenal e chega ao número 35 com um excelente texto de Silvia Schwarzböck sobre o cinema e um verbete do Evandro de Sousa sobre a moldura. Nos números anteriores vocês encontrarão textos do Agamben, Badiou, Emanuele Coccia, Josefina Ludmer e muita gente boa. Também tem verbetes, sessão de arquivos, resenhas, etc. So, enjoy!

Na Revista Crítica Cultural além da tradução de L'action restreinte de Mallarmé, Blinded insights de Hal Foster e O regionalismo equívoco de Graciliano Ramos de Florencia Garramuño, tem um artigo meu sobre Hélio Oiticica e seu conceito de subterrâneo com o título Subterrâneo: por um estado de emergência efetivo (eu disse que era propaganda, né? e nada como seduzir os leitores com Mallarmé - cada um vende seu peixe como pode...). Eu já tinha reproduzido um trecho do texto aqui no blog. O subterrâneo é uma das categorias mais interessantes de Oiticica que a partir de 1969 reformula sua "estética" denominando-a subterrânea. Inclusive os parangolés e a Tropicália. Sobre o subterrâneo, Hélio publicou dois manifestos: um aqui e outro aqui. Vale a pena conferi-los =)

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