Preocuparia deus(es) a obediência a regras? Não questiono se o onipotente tudo pode, ou se o onipresente sempre está, ou se deus(es) tem a caligrafia correta, mesmo que escreva durante um ataque epilético.
Nem implico que para deus(es) não há regra. Destarte, se houvessem deuses, e não apenas um, haveria ética, ou limite de poder - devido sua concretude ser comparada a termos humanos -, que resulta no mesmo: inter-relação entre iguais exige costume, ou seja, moral e ética.
Diversidade de compreensão sistemática se encontra nos termos aplicados após meta. Como a meta-política, meta-física. Sem contudo englobarem colóquios chatos sobre o que não existe. Veja o "suplicio do papai noel" (Levi-strauss), e encontre objetivo - mitos, conforme seu objetivo, e não por seus termos; e envolto por paradigmas implementados como sabedoria, mas em parábolas!
Inferno, diriam uns, significa abaixo, referindo-se aos que estão enterrados a 7 palmos, para 'descansar', sem concluir que estejam cansados, mas que já viveram em absoluto. Não pressupõe um lugar, tampouco calor. Há supostas verdades cuja data de criação, ou melhor, de concepção, possa ser localizada ao longo dos anos de existência da fervorosidade religiosa, e mitológica.
Diabo e deus são reconhecimentos individuais da socialização! É social o ambiente em que seres questionam sobre certo e errado, costumeiro ou prejudicial. Kohlberg "identificaria" 6 níveis de consciencia humana, passando de fases em que apenas se copia o que os outros fazem, ou que apenas se revolta contra o que os outros fazem, até que a atitude provenha da consciência e da racionalidade do próprio. Habermas institui um sétimo nível, de racionalização social versus racionalização cultural.
Mas veja, a lei tenta evitar o diabo contido em cada individualidade - por que os humanos não são bons ou maus, mas coniventes ou revoltados com a situação social (cultural) que presenciam na ocasião da vida. Assim, apenas o diabo é legal, pois, se não for, vai preso. Deus, que seria representado pela ética, afasta-se da lei, ao ponto de, inútil lhe seja a ética, deixar de existir, senão por fervorosidade.
A lei deveria ser o parâmetro? Se ética, (e)ou costume(s), bastasse(m), não haveria lei, pois sequer seria preciso.
Porém, criando-se a lei, extingue-se a ética, não por causa literária, mas porque a ética não é mais reprimível, pois o ilegal, apenas, é reprovavel. O anti-ético, é apenas uma liberdade de escolha para viver em sociedade. Obvio, o que rege cada chamada personalidade.
A medida do correto não seria a lei, pois esta representa a medida do incorreto. O correto deveria existir junto à ética. Mas, cá pra nós, quem se preocupa com a ética, se a lei já predileciona o incorreto, criando para o correto uma referência torpe?

Nem implico que para deus(es) não há regra. Destarte, se houvessem deuses, e não apenas um, haveria ética, ou limite de poder - devido sua concretude ser comparada a termos humanos -, que resulta no mesmo: inter-relação entre iguais exige costume, ou seja, moral e ética.
Diversidade de compreensão sistemática se encontra nos termos aplicados após meta. Como a meta-política, meta-física. Sem contudo englobarem colóquios chatos sobre o que não existe. Veja o "suplicio do papai noel" (Levi-strauss), e encontre objetivo - mitos, conforme seu objetivo, e não por seus termos; e envolto por paradigmas implementados como sabedoria, mas em parábolas!
Inferno, diriam uns, significa abaixo, referindo-se aos que estão enterrados a 7 palmos, para 'descansar', sem concluir que estejam cansados, mas que já viveram em absoluto. Não pressupõe um lugar, tampouco calor. Há supostas verdades cuja data de criação, ou melhor, de concepção, possa ser localizada ao longo dos anos de existência da fervorosidade religiosa, e mitológica.
Diabo e deus são reconhecimentos individuais da socialização! É social o ambiente em que seres questionam sobre certo e errado, costumeiro ou prejudicial. Kohlberg "identificaria" 6 níveis de consciencia humana, passando de fases em que apenas se copia o que os outros fazem, ou que apenas se revolta contra o que os outros fazem, até que a atitude provenha da consciência e da racionalidade do próprio. Habermas institui um sétimo nível, de racionalização social versus racionalização cultural.
Mas veja, a lei tenta evitar o diabo contido em cada individualidade - por que os humanos não são bons ou maus, mas coniventes ou revoltados com a situação social (cultural) que presenciam na ocasião da vida. Assim, apenas o diabo é legal, pois, se não for, vai preso. Deus, que seria representado pela ética, afasta-se da lei, ao ponto de, inútil lhe seja a ética, deixar de existir, senão por fervorosidade.
A lei deveria ser o parâmetro? Se ética, (e)ou costume(s), bastasse(m), não haveria lei, pois sequer seria preciso.
Porém, criando-se a lei, extingue-se a ética, não por causa literária, mas porque a ética não é mais reprimível, pois o ilegal, apenas, é reprovavel. O anti-ético, é apenas uma liberdade de escolha para viver em sociedade. Obvio, o que rege cada chamada personalidade.
A medida do correto não seria a lei, pois esta representa a medida do incorreto. O correto deveria existir junto à ética. Mas, cá pra nós, quem se preocupa com a ética, se a lei já predileciona o incorreto, criando para o correto uma referência torpe?
