Pois é, Josaphat, isso é uma bela brincadeira entre o "parecer" e o "ser" digna de uma peça Shakespeareana - e Serra conseguiu inverter a fala de Heine que estampa este blog, afinal, aqui, ele começou pelas pessoas...e na queima dos livros, a História se repetiu como uma farsa, ainda que com um simbolismo delicioso...Aliás, fico pensando o que um benjaminiano como você, Alexandre, considera sobre a dualidade entre civilização e barbaríe nessas horas...
é doutorando em Teoria Literária (no CPGL/UFSC), sob a orientação de Raúl Antelo; bolsista do CNPq. Desenvolve pesquisa sobre o conceito de censura. Editor doSOPRO.
Hugo Albuquerque comentou no post Ready-mades do Espetáculo triunfante (II): Pois é, Josaphat, isso é uma bela brincadeira entre o "parecer" e o "ser" digna de uma peça Shakespeareana - e Serra conseguiu inverter a fala de Heine que estampa este blog, afinal, aqui, ele começou pelas pessoas...e na queima dos livros, a História se repetiu como uma farsa, ainda que com um simbolismo delicioso...Aliás, fico pensando o que um b
Há coisas que parecem mas não são. Isso aí não é a barbárie. Esses livros não passam de simulacros.
Pois é, Josaphat, isso é uma bela brincadeira entre o "parecer" e o "ser" digna de uma peça Shakespeareana - e Serra conseguiu inverter a fala de Heine que estampa este blog, afinal, aqui, ele começou pelas pessoas...e na queima dos livros, a História se repetiu como uma farsa, ainda que com um simbolismo delicioso...Aliás, fico pensando o que um benjaminiano como você, Alexandre, considera sobre a dualidade entre civilização e barbaríe nessas horas...