
O SOPRO 31 está no ar, totalmente dedicado a'Os anões, de Veronica Stigger: um fragmento do livro, o conto Tatuagem, e duas resenhas dele - Do espetáculo sem desculpas, por Flávia Cera; e Genealogia bastarda de Veronica Stigger, de minha autoria.
P.S.: O servidor que hospeda esse blogue ficou fora do ar semana passada, e na volta sumiram dois posts. Um deles era a chamada pro SOPRO 30, que continuava o Debate sobre a Anistia, com Nem justiça nem transição, texto de Pádua Fernandes. O segundo era a menção a dois exemplos de como as teses de Agamben sobre o estado de exceção e o campo de concentração são mais do que atuais, e de como esse estado de coisas se entrelaça à sociedade do espetáculo, mais especificamente à Copa do Mundo (e tem gente que se acha progressista que comemorou a escolha do Brasil como sede em 2014, esquecendo que, para parafrasear Fernando Vanucci, o estado de exceção é logo ali, no caso, aqui): 1) a criação de campo de concentração para pobres, para onde moradores da Cidade do Cabo foram removidos para não enfeiarem a cidade durante a Copa e sobre o qual Murilo Corrêa se debruçou; 2) a criação de tribunal de exceção para julgar certos crimes relacionados à Copa do Mundo, exigência da FIFA ao que parece.


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