O Sopro 40 está no ar com A filosofia latino-americana como expoente de uma cultura autônoma, uma das duas conferências que o filósofo argentino proferiu no Congresso Internacional de Filosofia, realizado em São Paulo entre os dias 9 e 16 de Agosto de 1954 e organizado pelo Instituto Brasileiro de Filosofia. A única publicação que se conhece do texto da conferência é a contida, em espanhol, nos Anais do evento, fonte da tradução que fiz para o Sopro.
Para quem não conhece, Astrada foi aluno de Heidegger nos anos 1930, e buscou conectar, por intermédio do marxismo, o problema da existência ao do nacionalismo, o que lhe fez se aproximar de Perón (e mais tarde, de Mao). A obra mais conhecida do filósfo argentino é El mito gaucho (há edição crítica recente, a cargo de Guillermo David - aqui link para entrevista com ele sobre Astrada), interpretação político-filosófica do poema Martín Fierro, de José Hernández.
Um pouco conhecido (e longe de ser sua melhor produção) livro de Astrada, Trabajo y alienación pode ser baixado aqui.
Como sempre, recomendo a visualização do Sopro em formato .PDF. Aos que não conhecem a publicação quinzenal que co-edito com Flávia Cera, recomendo um passeio pela seção Arquivo, na qual o texto de Astrada se insere e que contém uma série de textos antigos pouco conhecidos pelo público brasileiro, ou traduzidos pela primeira vez em língua portuguesa.
Para quem não conhece, Astrada foi aluno de Heidegger nos anos 1930, e buscou conectar, por intermédio do marxismo, o problema da existência ao do nacionalismo, o que lhe fez se aproximar de Perón (e mais tarde, de Mao). A obra mais conhecida do filósfo argentino é El mito gaucho (há edição crítica recente, a cargo de Guillermo David - aqui link para entrevista com ele sobre Astrada), interpretação político-filosófica do poema Martín Fierro, de José Hernández.
Um pouco conhecido (e longe de ser sua melhor produção) livro de Astrada, Trabajo y alienación pode ser baixado aqui.
Como sempre, recomendo a visualização do Sopro em formato .PDF. Aos que não conhecem a publicação quinzenal que co-edito com Flávia Cera, recomendo um passeio pela seção Arquivo, na qual o texto de Astrada se insere e que contém uma série de textos antigos pouco conhecidos pelo público brasileiro, ou traduzidos pela primeira vez em língua portuguesa.


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