Sopro 38 (Osman Lins e Luís Quintais)

| | Comentários (0)
sopro38.gif
Com alguns dias de atraso, devido ao fim de mês corrido em outubro (eleições e o Seminário Direito e Ditadura, ao qual a Flávia dedicou um post - pretendo fazer o mesmo, se possível ainda hoje), o Sopro 38 está no ar.

Nesse número, apresentamos, na seção Arquivo, uma entrevista que Osman Lins concedeu em 1973 ao Jornal do Commercio de Recife, publicada com o sugestivo título de "meios eletrônicos são liquidificadores mentais". Mesmo que se discorde do diagnóstico ali apresentado pelo escritor, a analogia que propõe me parece incontestável e muito útil ainda hoje.

Além da entrevista, publicamos, por sugestão de Eduardo Sterzi (a quem agradecemos mais uma vez), um pequeno fragmento do poeta angolano Luís Quintais, intitulado Uma forma de poder sobre a vida, instigante reflexão sobre a questão mais crucial para quem trabalha ou se interessa por literatura, a saber, o que é poesia? O texto foi publicado originalmente nas páginas finais do livro de poemas Riscava a palavra dor no quadro negro (Lisboa: Cotovia, 2010).

É possível visualizar o Sopro 38 também em .pdf, formato que apresenta uma diagramação mais bem acabada.

Lembro, por fim, que colaborações para o Sopro (preferencialmente na forma de resenhas ou verbetes), podem ser enviadas para sopro@culturaebarbarie.org

Deixe um comentário

Página Principal

"Direito de ser traduzido, reproduzido e deformado
em todas as línguas"

Alexandre Nodari

é doutorando em Teoria Literária (no CPGL/UFSC), sob a orientação de Raúl Antelo; bolsista do CNPq. Desenvolve pesquisa sobre o conceito de censura.
Editor do
SOPRO.

Currículo Lattes







Alguns textos

"a posse contra a propriedade" (dissertação de mestrado)

O pensamento do fim
(Em: O comum e a experiência da linguagem)

O perjúrio absoluto
(Sobre a universalidade da Antropofagia)

"o Brasil é um grilo de seis milhões de quilômetros talhado em Tordesilhas":
notas sobre o Direito Antropofágico

A censura já não precisa mais de si mesma:
entrevista ao jornal literário urtiga!

Grilar o improfanável:
o estado de exceção e a poética antropofágica

"Modernismo obnubilado:
Araripe Jr. precursor da Antropofagia

O que as datilógrafas liam enquanto seus escrivães escreviam
a História da Filha do Rei, de Oswald de Andrade

Um antropófago em Hollywood:
Oswald espectador de Valentino

Bartleby e a paixão da apatia

O que é um bandido?
(Sobre o plebiscito do desarmamento)

A alegria da decepção
(Resenha de A prova dos nove)

...nada é acidental
(Resenha de quando todos os acidentes acontecem)

Entrevista com Raúl Antelo


Work-in-progress

O que é o terror?

A invenção do inimigo:
terrorismo e democracia

Censura, um paradigma

Perjúrio: o seqüestro dos significantes na teoria da ação comunicativa

Para além dos direitos autorais

Arte, política e censura

Censura, arte e política

Catão e Platão:
poetas, filósofos, censores






Bibliotecas livres:



Visito: